“Complemento à Educação Artística”

No seguimento da publicação do DL 55/2018, alertamos os nossos associados  para possíveis desenvolvimentos na área da educação artística e flexibilidade em relação à oferta do  “Complemento à Educação Artística”. E também em relação aos limites dos “recursos humanos disponíveis”, critério que não valoriza uma educação artística de qualidade,  lecionada prioritáriamente por especialistas.  Apesar de no geral acreditarmos que o futuro das escolas  deva seguir uma maior autonomia, temos sérias dúvidas sobre o modo como  a distribuição das horas será operacionalizada.  A educação artística poderá estar em risco se os professores de artes  se alhearem do processo de organização do proximo ano letivo. Acreditamos que  devemos  aconselhar  os diretores das escolas a fazerem opções que integrem , de facto, as artes.  Tendo em conta que o “objeto de decisão de escola”  terá de sair do crédito horário poderão existir cenários  sem  a opção complemento artístico. Para além do crédito horário ser limitado,  as direções das escolas têm que criar prioridades. E essas prioridades podem ter a ver mais com recursos humanos do que com a qualidade da oferta educativa.  No cenário de flexibilidade e autonomia curricular que se vislumbra   está nas mãos dos professores de artes preservar a qualidade da oferta educativa e manter as artes nas ofertas curriculares.     

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